Seis Nações: O elitismo e a glória do rugby na Europa

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O Campeonato das Seis Nações é o torneio de rugby mais antigo do mundo. Une tradição e rivalidade em gramados europeus no maior espetáculo anual da modalidade. A ESPN transmite os jogos, sempre no final da manhã ou à tarde. Confira aqui os jogos desta temporada: https://www.espn.com.br/rugby/calendario/_/liga/180659.

Mais do que uma simples competição, o Campeonato das Seis Nações é o pilar de sustentação da cultura do rugby no Hemisfério Norte, reunindo as potências da modalidade em uma disputa de pontos corridos onde a honra nacional vale tanto quanto o troféu de prata.

A competição coloca frente a frente as seleções da Inglaterra, Escócia, País de Gales, Irlanda, França e Itália. Durante cinco rodadas de confrontos intensos, o objetivo é a liderança da tabela, mas o prestígio real reside nos títulos honorários: o Grand Slam, conquistado por quem vence todos os jogos, e a Triple Crown, troféu disputado apenas entre as quatro nações britânicas.

Uma jornada de séculos

A origem do certame remete ao século XIX, consolidando-se como o primeiro torneio internacional de rugby da história. A evolução do formato reflete a expansão do esporte na Europa:

  • 1883 (Home Nations): O início de tudo, limitado a Inglaterra, Escócia, Gales e Irlanda.
  • 1910 (Cinco Nações): A entrada triunfal da França, que trouxe o estilo continental à disputa.
  • 2000 (Seis Nações): A modernização com a inclusão da Itália, oficializando o formato atual.

Tradição em jogo

O torneio é famoso por manter “sub-competições” vivas dentro da sua estrutura. A mais célebre é a Calcutta Cup, um duelo centenário entre ingleses e escoceses. No lado oposto da glória, as seleções lutam para evitar a Wooden Spoon(Colher de Pau), o estigma simbólico reservado ao último colocado da temporada.

Com estádios lotados e milhões de espectadores ao redor do globo, o Seis Nações reafirma, ano após ano, por que o rugby é considerado um esporte de “brutos jogado por cavalheiros”.

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