Karol Rosalin, 26, revelou que já chegou a dormir cerca de 20 horas seguidas após períodos intensos de treino e desgaste físico. Apontada pela Playboy Australia como a “mulher fitness perfeita”, a influenciadora afirma que o corpo passou a cobrar recuperação depois de fases de preparação extrema e rotina pesada quase militar.
Nos últimos meses, o assunto sono começou a ganhar espaço entre influenciadores fitness e pessoas obcecadas por performance física. Mas, no caso de Karol, a situação foi além da tendência de internet. Segundo ela, houve momentos em que o próprio corpo simplesmente “desligou” depois de períodos intensos de treino. “Tem fases em que meu corpo chega num nível de desgaste tão grande que eu simplesmente apago. Quando acordo depois de dormir muitas horas, sinto diferença total na força, na recuperação e até na disposição para continuar treinando”, relata.
A influenciadora já viralizou anteriormente ao revelar dietas extremas durante fases de preparação física, incluindo o consumo de mais de 500 ovos em poucos dias para sustentar a rotina intensa de treino e resistência corporal. Além disso, no início deste ano, Karol também intensificou sua preparação física para estrear como madrinha de bateria da Acadêmicos do Tatuapé com uma rotina inspirada em treino militar.
Segundo ela, muita gente enxerga apenas o resultado físico sem imaginar o nível de desgaste que existe por trás da rotina fitness. “As pessoas falam muito de alimentação e treino, mas pouca gente entende o quanto o corpo sente quando não consegue descansar direito. Quando durmo mal, meu rendimento cai completamente”, explica.
Karol ganhou repercussão internacional após ser apontada pela Playboy Australia como a “mulher fitness perfeita”. Desde então, passou a chamar atenção nas redes sociais pela rotina extrema de alimentação, treino e preparação física. Hoje, ela afirma que passou a enxergar o descanso como parte importante da própria disciplina física. “Existe uma pressão enorme para manter resultado o tempo inteiro. Só que chega uma hora em que o próprio corpo cobra a recuperação. As pessoas veem o resultado, mas não imaginam o nível de desgaste físico que existe por trás”, conclui.