92% dos brasileiros se declaram fãs de futebol e 71% viajariam para a América do Norte para acompanhar a Seleção

FOTO: Divulgação

Mais do que assistir a um jogo, viajar para acompanhar a seleção brasileira se tornou uma experiência emocional, planejada e compartilhada. É o que mostra o estudo “Paixão Blindada: o guia do viajante esportivo”, realizado pela Chubb, seguradora oficial da LALIGA na América Latina.

O levantamento revela que o brasileiro vê esse tipo de viagem como algo que vai muito além do futebol: envolve turismo, experiências em família ou a dois e uma preocupação crescente com proteção e planejamento.

Segundo a pesquisa, 92% dos brasileiros se declaram fãs de futebol, sendo que 57% afirmam ser muito fanáticos pelo esporte. O torneio de seleções nacionais aparece como o evento esportivo mais desejado para motivar uma viagem internacional para 71% dos entrevistados brasileiros.

Outro dado que chama atenção é o perfil afetivo dessa jornada: 71% dos brasileiros gostariam de fazer essa viagem ao lado do parceiro ou parceira, o maior índice entre todos os países analisados.

“Os dados mostram que, no Brasil, o futebol funciona também como experiência de conexão emocional. Não é apenas sobre assistir aos jogos, mas sobre viver um momento importante ao lado de alguém”, afirma Guilherme Waki, Vice-Presidente de Consumer Lines da Chubb no Brasil.

Nova York (30%) e Miami (20%) lideram a lista de destinos preferidos entre os brasileiros que pretendem acompanhar o torneio.

Brasileiros priorizam proteção para evitar imprevistos durante a viagem

A pesquisa também mostra que o viajante esportivo brasileiro está mais atento à necessidade de proteção durante esse tipo de experiência.

A principal preocupação apontada pelos brasileiros é a possibilidade de problemas relacionados à hospedagem em caso de suspensão de partidas: 74% consideram esse tipo de cobertura prioritário — o maior índice entre os países analisados.

Além disso:

· 57% valorizam proteção contra roubo de ingressos;

· 39% se preocupam com atrasos de voos;

· e 37% destacam cobertura para perda de bagagem.

Segundo Waki, o crescimento desse perfil de viajante também muda a relação do consumidor com o Seguro Viagem.

“Quando a viagem envolve alto investimento financeiro e emocional, o seguro deixa de ser um item secundário. O consumidor quer previsibilidade, suporte e confiança para conseguir aproveitar a experiência”, diz o executivo.

O estudo também mostra que a reputação da seguradora tem peso relevante na decisão de compra do brasileiro: 39% afirmam escolher o seguro com base na confiança na marca — o maior índice da América Latina.

Viagem não termina no apito final

Outro comportamento identificado pela pesquisa é a flexibilidade do brasileiro em prolongar a viagem dependendo do desempenho da seleção.

Segundo o levantamento:

· 61% afirmam que certamente estenderiam a estadia caso o Brasil avance no torneio;

· e outros 37% dizem que provavelmente fariam isso.

A tendência reforça que eventos esportivos internacionais vêm funcionando como gatilho para viagens mais longas e completas, combinando futebol, entretenimento e turismo.

O estudo também aponta que 95% dos entrevistados pretendem aproveitar a viagem para visitar atrações turísticas e parques temáticos nas cidades-sede.

Metodologia

O estudo “Paixão Blindada: o guia do viajante esportivo” foi realizado pela Chubb com 1.200 entrevistados na Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Equador e México. A pesquisa ouviu homens e mulheres maiores de idade que viajaram a lazer nos últimos 12 meses ou pretendem viajar. A margem de erro regional é de +/- 2,6 pontos percentuais e o nível de confiança é de 95%.

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