Em 2024, a cada 15 minutos, o Brasil registrou quatro mortes que poderiam ter sido evitadas com a prática regular de atividade física, e a ciência agora tem números robustos para sustentar o alerta.
O ELSA-Brasil, estudo longitudinal que acompanha 15 mil adultos há mais de 15 anos, mostra que o sedentarismo avança justamente nas fases mais críticas da vida, sobretudo após a aposentadoria. Os dados revelam que a inatividade física sobe 65% entre homens e 55% entre mulheres depois que saem do mercado de trabalho.
A boa notícia é que nunca é tarde para mudar o jogo. Substituir apenas 10 minutos diários de sofá por movimento moderado já reduz o risco de morte em 10%, e o efeito protetor do exercício se mantém independentemente da idade em que a pessoa começa.
Os pesquisadores reforçam que movimentar o corpo não é luxo, mas uma estratégia de sobrevivência com dignidade.
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