Nos últimos anos, principalmente depois da Pandemia, começamos a assistir uma maior fragmentação nas transmissões esportivas, que até um dia desses era privilégio da TV e da rádio.
Com a forte entrada das plataformas de streaming e canais do Youtube no jogo, o fã do esporte passou a ter mais opções, o jornalismo esportivo ganhou novas caras e empresas passaram a enxergar no patrocínio de transmissões esportivas uma estratégia de comunicação interessante para dar mais visibilidade à marca. Ou seja, ganhou todo mundo.
“Uma das coisas positivas é ter mais investimento para o mercado de jornalismo esportivo, com a contratação de equipes. Já para o mercado publicitário tem mais opções para investir no esporte, mesmo que a marca não tenha aporte financeiro para escolher o pacote mais caro, ela tem outras opções, com menos jogos e menos canais por exemplo”, avaliou Antonio Abibe, CEO da NWB, em entrevista à Meio & Mensagem.
O executivo complementa explicando que esse alcance das plataformas digitais privilegia o espectador. “Com a adoção maior por parte das pessoas, quem ganha é o usuário final, que tem mais opções de desfrutar de um mesmo conteúdo e pode encontrar o formato e linguagem que agrada mais o perfil dele”.
O maior exemplo dos novos tempos da transmissão esportiva é o Campeonato Brasileiro da Série A. Com duas ligas de clubes negociando os contratos de transmissão, a competição deixou de ser exclusividade da Globo para alcançar a Record TV, CazéTV (Youtube) e Prime Vídeo (streaming da Amazon).
O fã dos esporte, agora, tem a opção de assistir futebol ou qualquer outro esporte pela TV, rádio, internet – plataforma de streaming e canais do Youtube. Quem escolhe é você.