Superação e lamentação na ginástica rítmica brasileira

FOTO: Ricardo Bufolin | CBG

A geração mais vitoriosa da ginástica rítmica brasileira encerrou a participação nos Jogos Olímpicos de Paris às lágrimas, de decepção e lamentação.

Decepção por não ter alcançado um melhor resultado e lamentação pela lesão na panturrilha de Victoria Borges, que comprometeu a apresentação do time.

O esforço das ‘leoas’, como são conhecidas, principalmente, da atleta lesionada, emocionou público. “É um misto de sentimentos, mas o que prevalece é o orgulho. A gente deu o nosso máximo”, disse a ginasta Duda Arakaki.

Babi fica em 10º

A curitibana Barbara Domingos, de 24 anos, ficou na 10ª posição na final do individual geral da ginástica rítmica na Olimpíada de Paris.

A competição premiou a ginasta mais completa da modalidade. Babi já havia feito história na quinta-feira (8) ao se tornar a primeira brasileira a se classificar para a decisão por medalhas na disputa individual.

No somatório final a brasileira anotou 123.100. A medalha de ouro foi para a ginasta alemã Darja Varfolomeev (142.850).

A prata ficou com Boryana Kaleyn (140.600), da Bulgária, e a italiana Raffaeli Sofia (136.300) completou o pódio com o bronze.

Neste sábado (10) estão programadas as finais por equipes da ginástica rítmica. A prova não terá a participação do conjunto do Brasil.

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